Edgar Morin

 

NÚCLEO INTERINSTITUCIONAL DE INVESTIGAÇÃO DA COMPLEXIDADE E DA CULTURALIDADE

 

 

 

 

Ass. Palas Athena - SP/1998

 

 

 

Paris - França - 2004

Morin e Izabel

 

 

 

Profª Conceição Viude e Izabel Petraglia com Edgar Morin.

Outorga de Título Doutor Honoris Causa - 2003 Universidade Candido Mendes - RJ

 

 

EDGAR MORIN

 Acompanhar, evolutivamente, as obras de Morin é percorrer uma história pessoal de quereres e saberes, onde se desvela a vivência, a multiplicidade de esforços da juventude, que dá lugar aos esforços do saber múltiplo da vida. Vida vivida e pensada enquanto vida articulada, invasiva e invadida por diferentes domínios. Do cosmos, da terra-pátria, da política global aos demônios pessoais, às mais sofisticadas teorias científicas, nada escapa ao autor que, num arcabouço lógico, se faz presente e presenteia o leitor com uma proposta de religação de saberes e do indivíduo à humanidade.

Diferente de outros pensadores que, na intenção da clareza objetiva em seus escritos subtraem o subjetivo, Morin assume a subjetividade em seus aspectos contraditórios como componente da vida e do pensar – objeto de suas pesquisas nas últimas décadas. Assim, a obra interpreta a trajetória do homem. Envolvido e envolvente, Morin retrata um homem ativamente partícipe da cultura ocidental do século XX e já, com mais de oitenta anos, absolutamente inserido e altamente produtivo no século XXI.

Em razão de sua vasta obra, a apresentação, se tem, por um lado, um fio cronológico vital, por outro, pretende remeter o leitor às obras que, de certa maneira, podem figurar como representativas dos diversos estágios de sua vida. Isso absolutamente não implica, como se verá, um encaminhamento linear das idéias, já que tanto a vida quanto seus textos revelam bifurcações, retomadas, saltos, alegrias e tristezas, mitos e ciência... que não cabem nesse padrão de entendimento. O objetivo é facilitar o acesso, via ao que, subjetivamente, interessa.

 

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Ass. Palas Athena - SP - 1998

Izabel Petraglia e Edgar Morin

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

“(...) Por isso, os amigos parecerão figurantes, os amores ficarão invisíveis, ainda que o amor e a amizade sejam o mais importante

de minha vida. O que me é mais caro perderá seu corpo e até desaparecerá na sua essência.”  

 

“(...) E de mim mesmo só aparece o aparente (...)”  

 

Paris - França - Julho de 2001 

   

   

   

Viseu - Portugal - Abril de 2002

Humbero Mariotti, Morin, Izabel Petragia e Cleide Almeida

 

 

 

 

 

 

 

 

Paris - França - 2004

Morin e Pena-Vega

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“(...) Não sou daqueles que têm uma carreira, mas dos que têm uma vida. No entanto, eu não quis contar tudo de minha vida, e não quis revelar o mais íntimo de mim mesmo. Há, seguramente, neste livro, incessantes evocações de vida, incessantes interferências da alma e da carne. Mas, inevitavelmente, faltarão nele muita alma e muita carne.”  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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